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24 hour street.
é, agora o inverno chegou mesmo. hoje fez um frio do cão. que horror.
e depois de passar uma parte da tarde enrolada no cobertor na frente da tv, o moisa me arrasta pra bater perna. na verdade eu também queria muito. rumo ao centro de curitiba. eu fico igual boba dentro do carro olhando aqueles prédios lindos e antigos. arquitetura centenária. acho foda. daí andamos a rua XV de ponta a ponta... vento frio, muita gente, a garoa gelada tinha deixado de cair fazia tempo. estava muito bom. uma paradinha pra comer coxinha. fazer xixi. hahaha.
no final, na praça osório a festa do pinhão, de longe aquele cheiro de gengibre. enchi a barriga, foi acarajé, espetinho de gato a um real, vinho caseiro muito bom. sem contar as balinhas de côco roubadas da luana... rs. nunca vi alguém mandar ver um saquinho de bala com tanta rapidez.
e depois fazer todo o caminho de volta. a luana adora correr na frente, havia menos pessoas daí ela pode ir na frente. muito linda. via as fontes e saía gritando "água, água!". foi uma tardezinha e tanto.
programinha família. que eu adoro.
queens of the stone age - medication
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ah, então...
algumas coisas acontecem e eu nem falo mais. perdi a essência do blog (hahaha). fiquei doente. um dia, acordei me sentindo mal, passei o dia com febre. quando o marido chegou do trabalho vi que a febre era mais alta do que eu pensava e partimos prum hospital. fui atendida por um provável estudante de medicina, ele parecia jovem demais. me fez um questionário imenso que perguntou até meu rg de trás pra frente. depois não conseguia nem tirar minha pressão. febre alta, 39,2°C. isso porque o hospital era um pouco longe de casa, e andei muito de carro com a janela aberta, vento frio no rosto e já estava me sentindo melhor. me aplicaram uma injeção enorme de dipirona, olharam minha garganta, ouvido e deram uns socos nas minhas costas (hahaha "dói? e agora, dói?"). e esperei sentada umas duas horas por um resultado de exame de urina e um raio-x toráxico. no final, nada. nenhum sintoma de infecção alguma e o que eu tinha era apenas uma gripe forte. não comprei nenhum remédio que mandaram, no outro dia nada de febre, nada de tosse, mais nada.
enfim, nada emocionante.
no último domingo fiz prova do concurso dos correios. a odisséia pra achar o tal colégio pra fazer as provas eu nem vou falar, me dá arrepios. longe demais, uma verdadeira quebrada, não sei o que esse povo tem na cabeça. a prova em si estava fácil, se eu tivesse uns dois meses a mais pra estudar, eu faria de olhos fechados. me pegaram meio de suspresa porque eu pensei que a prova seria mais pra frente. eu fiquei um pouco triste quando me deu um super branco e eu esqueci a fórmula de báscara. a sorte e que era apenas uma questão. e gente, uma reclamação, prova de informática é injusta. me perguntaram o que era e-mail e eu não sabia direito. pra mim, todas as alternativas estavam corretas... e coisas meio óbvias te deixam confusa tipo "internet explorer é uma ferramenta de navegação na internet". fala sério, da medo! eu acho que estou é acostumada com pegadinhas de vestibular, preciso desencanar.
- e é isso. não perca o próximo capítulo de amanda e seu fabuloso destino.
luxúria - dura feito aço
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the last days of the suicide kid.
(fragmentos.)
 there i am sitting up right on my wheelchair almost blind looking for the mercy of death - "isn't it a lovely day, mr. bukowski?" - "Oh yeah, yeah.." the children walking pass and i dont even exist and lovely woman walking by praying to be loved and i dont even exist - "it's the first sun that we have in three days, mr. bukowski!" - "oh, yeah, yeah..." there i am sitting upright in my wheelchair myself wider than a sheet of paper blood-less, brain-gone, gamble-gone, me, bukowski, gone pissing in my pijama, slot druling out of my mouth two young school boys run by - "hey, did you see that old guy?" - "christ, yes, he made me sick!" After all, sombody else has comited suicide for me at last. - charles bukowski - the clash - 48 hours
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tetra campeão.
 sabe o mais legal da copa? é quando amiguinhas vêm na sua casa, te enchem de ruffles, doritos, castanha de caju, coca-cola, cerveja e champanhe sem gás. e o marido faz aquela costela assada. a parte ruim foi se perder numa quase madrugada num bairro quase sem iluminação e o tanque quase na reseva. mas a gente sobreviveu. =D danmed - neat, neat, neat
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 You're addicted to..... Alcohol!
Mmmmmmm, Mmmmmm, Bitch!
I like you, alcohol is one of the better things to be addicted to. The only bad part is it makes you feel like doing nothing and the next morning you get a terrible hangover.
What are you addicted to?- nada demais pra falar. hoje meti a cara no mundo, peguei um ônibus e fui pro centro de curitiba. hahaha gente, eu quase cago nas calças de medo de me perder. ridiculo isso, mas é verdade. fui resolver uns treco pro moises, que teve plantão hoje. foi até tranquilo, tirando que eu bati a canela na escada do ônibus e está doendo até agora e eu acho que vai ficar roxo. e que eu meio que peguei o ônibus errado na hora de voltar e tive que pagar mais uma viagem. mas acontece, né brasil. só assim pra eu aprender a me virar. stray cats - secret agent man
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it's the end of the world
"... Os teóricos da conspiração levam o dia a sério. O americano Michael Haupt prega, em seu site, que algo terrível acontecerá. A "prova" disso é que entre os dias 5 e 6 há os seguintes aniversários: - 222 dias do levante muçulmano em Paris, - 333 dias das bombas no metrô de Londres, - 444 dias do segundo aniversário da invasão do Iraque e... - 555 dias do dia 28 de novembro de 2004, dia que foi o 333º do ano e ficou a 33 dias do final. Parece meio maluco. E é mesmo. Aparentemente, quem menos se importa com a chegada da data são os especialistas no assunto. 'A data é 6/6/2006, e não 6/6/6. São números completamente diferentes', diz a numeróloga Aparecida Liberato. O padre e teólogo Fernando Altmeyer, professor da PUC-SP, explica que o número 666, no Apocalipe, não é uma data, mas uma referência ao imperador romano Nero, que perseguiu implacavelmente os cristãos. Naquele tempo, era comum que os seguidores de Jesus se comunicassem através de códigos, para fugir à perseguição. 'O Apocalipse é um livro simbólico. Eu, por exemplo, estarei dormindo às 6 horas, 6 miutos e 6 segundos do dia 6 de junho deste ano. E quando acordar o mundo não vai ter acabado'."
(revista época, 29 de maio de 2006 - pág 156)
numa data tão, assim, especial, bem que a globo poderia por algo mais interessante na sessão da tarde. "uma babá quase perfeita" não é lá tão assustador.
post scriptum - e aí, o mundo não acabou e nem chegou nenhum anticristo. ohihoi que povinho sem ter o que fazer viu.... tsc.
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frankenstein do subúrbio.
 por detrás daquelas árvores já dava pra ver o seu semblante triste sentado no banco da praça, sozinho não ouve nada do que eu disse andava rodeado tudo era vazio não dizia nada no chão procurava as migalhas as migalhas como se fosse um cão de rodoviária pedindo os restos pro cara que ainda vai chutar a sua lata tente me despertar do sonho escuro onde você se acomodou um dia quero ouvir sua voz bem alta e não ter que sentir pena quando eu passar pela praça com pressa um dia quero ouvir a sua voz bem alta e não ter que sentir pena eu gostaria de te ajudar a enxergar um mundo bem maior do que um quarteirão cheio de gente doente que vive na cola de quem ta com a droga na mão trancafiou seu coração vivia olhando pro chão se ele soubesse o quanto perde sendo mais um Frankenstein de subúrbio tente me despertar do sonho escuro onde você se enfiou um dia quero ouvir sua voz bem alta e não ter que sentir pena quando eu passar pela praça com pressa um dia quero ouvir sua voz bem alta e não ter que sentir pena (luxúria, letra por: meg stock)- muito foda eim, brasil. podem apostar, essa banda ainda vai fazer muito sucesso.
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rumo ao farol; (citações)
pág 75. aborrecia-a esse palavrório, e ela comentou de forma displicente que a noite estava agradabilíssima. e por que estava se queixando?, perguntou, entre rindo e reclamando. pois percebeu o que ele estava pensando: que teria escrito livros muito melhores se não tivesse se casado.
(virgínia woolf - editora nova fronteira, 1927)
post scriptum - um dia eu resolvo escrever de verdade. um dia. grata pela compreensão. obrigado. tchau.
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