|
|
|
mais oca.
devolvi verão no aquário hoje na biblioteca. é bem legal. lygia, como um bom fruto da classe média, descreve quase exatamente o mundo de areia que é esse. percebi que nos 3 romances que li dela, nenhum tem uma cena que acontece à mesa, na hora do almoço, café-da-manhã ou jantar. é claro. ricos não comem juntos. só na novela do manoel carlos. e também não há descrições de "... estava vendo televisão ...". é claro. ricos não vêem televisão. nem em novela do manoel carlos. (hahaha mentira, todo mundo vê televisão...)
raíza, personagem principal, me irrita. é absurdamente carente. grita, esguéla (?), clama, implora por atenção. e demonstra isso sendo chata, irônica, venenosa e impertinente. a ironia excessiva dela me deixava com vontade de mandar belos tapinhas na cara. (ai, calma né amanda, é só um personagem. hehe)
e numa certa altura ela diz que "pessoas com um mundo interior não têm objetos no quarto, não se cercam de caixinhas, bibelôs, porta-retratos, enfeitezinhos. aqueles que os têm são ocas, vazias".
aí e lembrei do meu quarto na adolescência. mais precisamente dos 16-18 anos. que foi o único que tive somente meu, sem dividir com irmãs. (com 18 eu tive que ir pra outro, na mesma casa, que era maior e cabia a cama de casal, o guarda-roupa de casal, a cômoda e o berço.)
ele era completamente cheio de coisas que eu passei boa parte da estadia no japão comprando e sonhando e planejando como e em que lugar ficaria. a plateleira abarrotada de miniaturas de tudo. desde bruxas, bateria, bonequinho punk de moicano e tudo. até uma mini-réplica do capacete de jacques villeneuve. tinha aquele abajur que imitava um sinaleiro de trem, mas que eu não usava porque ele ficava piscando. uma luz verde e a outra vermelha. como os de verdade. o incensário, lógico. eu tinha dois. um de bruxa e um de tartaruga. depois eu ganhei uma abóbora de halloween e vivia acendendo vela lá dentro. era legal.
e fotos. fotos fotos fotos fotos, todas coladas na parede mesmo. de várias fases da minha vida. e do lado da cama tinha pôsters (lógico) das bandas que eu gostava. e do filme clube da luta que eu implorei pra moça da locadora me dar. no teto tinha estrelas que brilhava no escuro. e na porta do guarda-roupa tinha outras fotos e mais coisas que brilhavam no escuro. na parede atrás da porta tinha todos os cartazes de shows que eu ia. claro que tinha uns ali que eu nem fui, e que amigos me davam sabendo que eu colecionava.
e a mesa. com milhões de cds e mds. e o dobro de milhões de canetas coloridas com glitter e que cheiravam baunilha. alguns livros e a tabela periódica colada. no chão o tapete que me fazia escorregar, o violão, o cubo, o baixo. o lixinho pop-art com cinzeiro que eu usei muito pouco porque não fumava dentro de casa. o criado-mudo não tinha muita coisa. só algum livro que eu lia, revistas, e o controle do aparelho de som. que também era meu despertador.
minha cama com a famigerada colcha de retalhos que a família inteira festejou quando eu decidi jogar fora. e o meu maior orgulho. meus maiores orgulhos. as placas na porta. totalmente afetada pela american way of life comprei plaquinhas de carro americanas. aquelas de estado. "maryland" e "new jersey". aquela do james dean, que todo mundo paga-pau. e a do "rock and roll". tinha uma pequena "california - disco". e depois aquela que foi motivo de sarro quando meu pai trouxe, cuidado, use protetor de ouvido nessa área. mas eu adorei.
triste é lembrar que não tenho uma única foto do quarto que era inteiro a minha cara. adorava cada centímetro quadrado. tudo tudo. até o pó mal tirado.
daí, vem essazinha aí me dizer que eu era oca, vazia??? ah, vai cagar! (hohoho)
* em tempo: hoje em dia meu quarto não é mais 'meu mundo'. não há nada além de cama, guarda-roupa, cômoda e televisão. as estrelas agora estão no teto do quarto da luana.
the verve - sonnet
|
os cem melhores contos brasileiros do século.
esta é a leitura atual do moisés. andei dando uma olhadela hahaha, há contos que me interessam demais. e um dele me chamou a atenção: obescenidades para uma dona-de-casa, de ignácio loyola brandão.
escrito, com todas as palavras que não gosto: pau, bundinha. tento outra vez, as palavras estão ali, queimando. fico deitada, lendo, relendo, inquieta, ansiosa para que a carta desapareça, ela é uma visão, não existe e, no entanto, está em minhas mãos, escrita por alguém que não me conhece, me humilha, me arrasa. (...)o carteiro das cinco traz. começo a ficar ansiosa de manhã, esperando o momento dele chegar e imaginando o que vai ser de minha vida se parar de receber estas cartas.** eu falo demais de livros aqui porque eu não faço nada além de ler e ver televisão. e ficar postando sobre a novela é muito tonto. tenho que manter a pose. haha legião urbana - fábrica
|
parabéns para quem.
não disse nada quando foi dia dos pais. e não foi por esquecimento. mas achei que seria melhor deixar tudo para quando ele passasse a viver os outros 50% da vida. hoje, meu pai faz aniversário. um post, um e-mail, por mais carinhoso que seja, não substitui o abraço que eu espero dar nele a mais de 4 anos. eu posso jogar todo meu sentimentalismo, misturar com a saudade e a afinidade que tenho com ele, e isso não vai chegar nem aos pés do que um olho-a-olho. aos desavisados: meu pai mora no japão. saiu do brasil quando meu namoro com o moisés nem chegava a ser chamado de namoro firme. quando ele saiu de casa, ele me levou a um canto da cozinha, segurou o meu rosto e disse "cuida da mãe. da nana. da mayra se puder. e principalmente, cuida de você". siceramente não sei se segui o conselho/pedido. mas estou aqui, agora. derramando lágrimas de saudade e tentando escrever algo sobre uma das pessoas mais importantes da minha vida.
meu pai não me viu grávida. mas foi o primeiro a me apoiar, a me incentivar a comprar um baixo. e ria com aquela expressão de "um dia você vai tocar algo que preste" quando me via tocando ramones tão alto. é a única pessoa capaz de me dar o maior puxão de orelha do mundo com a voz suave e num tom tão calmo que parece que ele conta um segredo. foi o único a me convencer a desistir do show do dead kennedys quando estava tudo pronto e arranjado. e adivinha pra quem eu ligava desesperada quando me via com um pedaço de carne e a tarefa de fazer almoço pra familia toda sendo que não sabia sequer cozinhar? talvez por ter quase a mesma personalidade, temos quase os mesmos defeitos. e sabendo disso, a tolerância e o conhecimento sobre cada um não exige demais. quem é mais íntimo sabe da admiração gigante que tenho por ele. pela pessoa que é, pelo jeito de ser, pelas habilidades, o humor escraxado e a mania de esculhambação (viu só? é de família...). e apesar de tudo tudo tudo tudo, de eu ter batido muito a cabeça, de agora estar na linha, encaminhada, com minha própria família para cuidar, papai, junto com mamãe, é meu maior exemplo de superação e união que tenho a seguir.
talvez eu nem precise estar escrevendo isso e publicando. amor de filha para pai não precisa ser divulgado. não só o amor, como o respeito, a admiração, a amizade. e o que eu mais quero, mais desejo, é que no proximo aniversário, eu esteja falando tudo isso pessoalmente.
felicidades, pai.
e aproveita esse dia eim? afinal só se faz 38 anos uma vez na vida!!! L7 - Let's lynch the Landlord
|
Thursday, August 24, 2006 |
2:05 AM
fragmento.
- quando acaba o amor, sopra o vento e a gente vira outra coisa - que coisa? - perguntou ana. - sei lá. não quero voltar a ser gente, eu teria que conviver com as pessoas e as pessoas... - ele murmurou - queria ser um passarinho, vi um dia um passarinho bem de perto e achei que devia ser simples a vida de um passarinho de penas azuis, os olhinhos lustrosos. acho que eu queria ser aquele passarinho. - nunca me teria como companheira, nunca. gosto de mel, acho que quero ser borboleta. é fácil a vida de borboleta? - é curta.
o vento sorpou tão forte que a menina loura teve que parar porque o avental lhe tapou a cara. segurou o avental, arrumou a fatia de bolo dentro do guardanapo e olho em redor. aproximou-se do banco vazio. procurou os forasteiros por entre as árvores, voltou até o banco e alongou o olhar meio desapontada pela alameda também deserta. ficou esfregando as solas dos sapatos na areia fina. guardou o bolo no bolso e agachou-se para ver melhor o passarinho de penas azuis bicando com disciplinada voracidade a borboleta que procurava se esconder debaixo do banco de pedra.- lua crescente em amsterdã, de lygia fagundes telles - queens of the stone age - mosquito's song
|
momento mulherzinha.
eu sou daquelas que nasceram pra andar descalça. até na rua, quando era criança pequena na bahia eu corria descalça. minha mãe sempre ficou louca com isso, porque eu entrava com os pés sujos em casa.
não uso salto alto. nunca usei. mentira, usei umas vezes. na formatura da quarta-série por exemplo, meu sapato devia ter uns 5 cm de altura. me único calçado chique é uma sandália plataforma. do resto é só tênis. tênis e mais tênis. gosto de sair de havaianas na rua. e confortável. tem dias que eu vou no supermercado e sou a única pessoa de chinelo. esse povo é brega mesmo. todo mundo sabe que o hype é ser mulambenta. tá aí, em todas as revistas e jornais, fotos de celebridades de hollywood que se jooogam no closet, calçam seus chinelinhos, fazem um rabo qualquer no cabelo despenteado, poem os óculos escuros e saem pra rua. com aquelas roupas e acessórios que não combinariam nem nos tempos mais bregas dos anos 80.
o lance é que, com essa mania de hippie (hahahaha) eu tenho que ficar cuidando do pé. é, aquela coisa de lixar sempre, passar creminho etc.
esses dias eu passei uma puta raiva quando eu fui lixar o pé com uma lixa novinha e ela simplesmente começou a esfarelar. é assim mesmo, a parte vermelhinha, a mais grossa, ficou lisa como um papel. e era a segunda vez que eu estava usando! os caras me pegam uma ripa, cortam em pedacinhos, pegam aquelas folhas de lixas de carpinteiro, cortam e colam na ripa e ainda me vendem num hipermercado por 3 reais.

(que coisa mais tonta... tsc.)
***terminei de ler as meninas. é tão... ai. ótimo. voei em cima do que o moisés pegou, pomba enamorada e outros contos também da lygia, toda feliz. mas caí do cavalo quando vi que já tinha lido a maioria dos contos num livro pro vestibular. nhé. buzzcocks - even fall in love
|
monster in your parasol.
as coisas começam agradáveis. eu acordo bem de manhazinha, mas bem de manhazinha mesmo, e esta chovendo daquele jeito. daquele que todo mundo adora, menos os moradores de rua. e isso me obriga a pegar uma coberta, porque faz friozinho... quanto tempo não sentia isso. aí a gente dorme mais um pouquinho, a luana acorda, vem e liga a televisão. ver desenhos na cama, sem comer nem escovar os dentes é uma sensação que eu só fui ter depois de casada. e eu adoro essa preguiça infantil. mas daí começa o dragon ballz e resolvemos descer. ninguém aqui gosta dele. no café é danoninho e waffer de morango pra luana e papaya pra mim. na gravidez eu descobri que papaya de manhã é muito gostoso. mas só de manhã, se eu comer papaya durante o dia não é a mesma coisa. o moisa dorme. acho que ele estica até umas duas da tarde. agora ele trabalha de noite.
e assim o dia segue. ouvindo buzzcocks, queens of the stone age e mais um monte de musiquinhas que eu escuto sempre sempre. mas as calminhas, as mais hard eu deixo pros dias de faxina. hehe. dia tranquilo, uma hora eu paro e fico na janela vendo a chuva cair. dá até um alívio, agora o ar vai ficar mais úmido e não vair me doer mais a cabeça, e tomara, ai tomara mesmo que esse racionamento acabe. não aguento mais economizar água. queria que chovesse assim a semana toda, e mais metade da próxima. e esse frio calmo, que não exige mais que um moleton surrado...
chega a hora que da vontade de ascender incenso. aí vem a dúvida, o de arruda e o de absinto? o de arruda espanta mau-olhado e negatividade, mas o de absinto estimula a criatividade e imaginação. tanto faz. eu nunca me liguei com isso... rs. gosto de incenso pelo cheiro mesmo. odeio ambientes fedendo bife frito ou com cheiro de cortina. e como incenso é (bem) mais barato que bom-ar, eu ascendo o de absinto. porque o cheiro é mais forte e dura mais.
as horas de tédio eu abro o livro que estou lendo atualmente. as meninas. sou uma grande fã da lygia. leio tudo que acho dela, e eu e o moisa descobrimos que a biblioteca de são josé tem bastante livro dela. engraçado que fui lá pra pegar chatô - o rei do brasil do fernando morais e o moisa foi procurar um do victor hugo. e acabamos que saímos de lá, os dois, com livros da lygia. as palavras-faca.
esses dias cinza, têm cheiro de pipoca e chá matte. têm gosto de bolo de fubá com cafézinho. combina com coberta, filme e the mamas and the papas. hahahaha. são os dias que eu mais gosto. até o almoço foi legal, sem muito trabalho. canjinha, arroz-feijão-salada e salsicha. acho que nem vou limpar a cozinha hoje... rs.
queria que todos os meus dias fossem assim. de uma paz... quase perfeito.
só seria completamente perfeito se eu acordasse 15 quilos mais magra.

the animals - the house of the rising sun
|
Thursday, August 17, 2006 |
3:43 AM
vida inteligente na madrugada. (?)
preciso voltar a ler blogs. tinha parado de fazer isso a um bom tempo, quando havia uma safra de blogs ruins, pesados e desinteressantes. ao meu ver, lógico. o foda é que isso deixa a gente sem idéias. não sou uma pessoa natualmente criativa, confesso. o máximo que eu faço é pegar a idéia de alguém, reformular e deixar com a minha cara, nada demais.
e também eu não sei porque insisto em manter blogs atualizados. estou nesse mundinho desde os (pensando) 17 anos. e nunca me trouxe nada de tão legal... eu queria uma cabeça boa, para criar posts legaizinhos. um bom qi, para falar de coisas além do cotidiano. ou apenas um pequeno dom com as palavras, saber usá-las de um modo interessante, mesmo quando falo asneiras.
assim eu não precisaria fuçar em blogs dos outros pra ter fiapos de idéias. essa madrugada reli um blog que gosto muito, o da rachel. reli todinho. acho os textos agradáveis, mesmo os longos. uma pena que ela não deixa espaço pra gente comentar. o da ana gê sempre me inspirou. em vários momentos. até pro layout. quem nunca reparou eu uso uma frase dela no topo, abaixo da imagem. uma pena que ela deixou de atualizar ano passado. e o da julia então nem se fala. chega a me deixar deprimida. sigo ela desde os tempos de "output" quando eu também nascia pro mundo blogueiro. ela é autora do texto mais lindo e dolorosamente verdadeiro que eu ja li por aí. o da elô também sempre gostei muito. mas daí deu um faniquito na moça que ela deletou todos os posts. sempre jura voltar com o blog. mas até agora só promessas. rs.
faniquito pior teve a moça joyde, que deletou o blog que eu lia religiosamente.
aí isso me obriga a caçar pela net. mas acho que ando preguiçosa demais para isso.
ou eu faço um curso básico de tenha-suas-próprias-idéas ou tomo umas doses de tapinha na cara e paro de 'copiar' os outros.
- editado 1: mudança no layout. reparou? - editado 2: como eu imaginava... posts escritos diretamente no editor do blogger, sem ser previamente elaborado, lido, relido e reelaborado fica sem sentido. eu sou uma fraude! rs
|
Super Amanda Enfrenta A Cidade Grande.
título sugerido by paulo fórfi
é, eu não ia passar essa vergonha. mas vou contar como foi meu sábado. já que, dando uma geral nos posts antigos, vi que só posto coisas tontas que vejo no maravilhoso mundo da internet. isso é um blog né? e não um site de dicas-de-como-perder-seu-tempo-online. enfim.
vovó da amanda se mudou para curitiba. aí eu, muito dedicada a família, fui visitar minha avó. antes, claro, fui me informar com a empregada do meu tio onde ficava o condomínio que ela estava morando, que ônibus pegar, onde descer, onde virar, etc. era simples: descer no ponto tal, ir reto até o primeiro sinaleiro, virar esquerda, ir reto até a panificadora "minuto", virar a direita, ir reto e pronto. e mesmo assim eu levei um mapinha da cidade na bolsa. passei num mercado, comprei refrigerante, pão e docinho pra luana ficar boazinha.
e lá vai a dona amanda, andando num bairro que eu nunca andou na vida, debaixo de um PUTA sol ardido. e sim, era fácil o caminho, mas era longo. até eu chegar nesse primeiro sinaleiro eu andei muuuuuuito numa subida de ângulo 70° e com a luana no colo. aí, num momento de distração, eu faço alguma coisa errada. e adivinha?? me perdi. olhei pro lado, vi uma rua chamada "bananas" (pausa: que tipo de prefeito/vereador me poe uma rua com um nome desses???). cacei no mapinha. eu estava a quilômetros de distância do meu destino, completamente o sentido oposto da onde eu queria chegar. minha vontade era de sentar e chorar chorar chorar chorar. já fazia umas duas horas e meia que eu tinha saído de casa, e a única coisa que eu queria era visitar a minha vó e tomar coca-cola com ela. respirei. olhei pra luana que resmungava "qué bora pá caja mãe...". liguei pro moises, pedi pra ele ligar pra minha vó e avisar que iriar demorar (huhu) um pouco. e voltei. andei andei andei, até que vi a tal padaria minuto, virei a direita e andei andei andei. daí a rua me acaba. na verdade vira uma ruela sem asfalto. quase entrei em desespero. vi uma lanchonete, uma mulher sentada numa mesa perto da porta, "moça, onde fica a rua barari barara? aí ela só apontou pra ruela sem asfalto e disse, "ali..."
 não tava nem acreditando. foi só mais alguns passos e o condomínio que vovó esta morando aparece na minha frente... aaaii que felicidade.
o fato de ser um condominio gigante, com 749 blocos nem me incomodou. achei o bloco dela super fácil, o apartamento idem, entrei correndo... ah. que alívio.

aí eu fiquei duas horas conversando com ela e já era hora de ir embora. já estava escurecendo e eu tinha que fazer o caminho de volta (o famigerado caminho!) pra casa.
fala sério. eu já to expert em me perder em curitiba.
the jugheads revenge - talk dirty to me
ps - uma salva de palmas para luana, que se comportou como uma lady nessa longa caminhada. pediu pouco colo. e quase nada de reclamações. o orgulho da mamãe.
|
your donut prostitute name:
 é. bem bobo. ***pessoinhas. me parece que o orkut esta com um bug. mas um bug que eu estou amando! amiguinhos de uma comunidade descobriram um comando que possibilita postagem de IMAGENS!! não é demais? engraçado que esses dias eu estava pensando de como seria legal se desse pra por imagens no orkut... o ruim é que, se esse bug for eterno (hahaha) o orkut vai ficar um absurdo de lento com aquele bando de gente postando gifs pesados e imagens mega enormes. mas enfim. hehehe é divertido.
|
Saturday, August 12, 2006 |
9:18 PM
find your glam rock name.
pessoas! isso é muito lekaaaal! como eu me empolgo DEMAIS com coisas tontas, peciso mostrar isso pra todo mundo.
passo 1 - clique no link. passo 2 - vai pular uma janelinha pop-up. não feche. passo 3 - nessa pop-up vc clica em wig out. passo 4 - vai ter um menuzinho vermelho no lado esquerdo, aí cilca em rock name. passo 5 - e pronto. ache o glam rock name pra quem você quiser!
 me ajudem a escolher: "vicious toy" (amanda), "velvet vamp" (amanda nonose), "nicotine toy" (amanda perin), "adrenaline mama" (perin nonose) e "sugar cheeks" (amandovski). mas os do moisa são os melhores. um deles foi "Glitter Animal". achei luxuoso.
|
filme: identidade.
ok. super nojinho postar sobre um filme que passou na tela quente. mas eu gostei ok. não é tipo, ó mudou minha vida agora sou outra amanda, mas é jóinha.
 identidade é um segredo. identidade é um mistério. identidade é um assassino.filme de início clichê. uma tempestade, um acidente de carro, um motel desolado. dez pessoas presas no mesmo lugar. um motorista de limosine, uma estrela da tv dos anos 80, um policial encarregado de escoltar um assassino, um casal de recém-casados, uma prostituta e uma família em crise.  aí, TCHANAM! começam as mortes! cada personagem tem um segredinho que vai sendo descoberto aos poucos, e todos (os que estão vivos) entram em pânico ao saber que algo em comum entre eles os unem e os condenam a morte. ao mesmo tempo, uma espécie de julgamento acontece. onde analisam a apelação de um advogado para a anulação da pena-de-morte de seu cliente, alegando insanidade. o cara, num acesso de raiva, tinha matado 6 pessoas.  óbvio, se o final não fosse surpreendente eu não estaria postando isso no blog. hehe e eu vou contar. se ficou curioso, selecione o espaço abaixo. se você odeia que contem finais de filme, fecha a janela e aluga ok. claro que o diretor joga a suspeita de quem é o assassino no motel de um lado para o outro. aí quando aparece o rosto de quem esta sendo julgado e vemos que não é NINGUEM do motel a gente fica confuso. e resumindo grosseiramente: o réu tem múltiplas personalidades, o fato no motel são suas personalidades se confrontando (aí esta o treco em comum que os unem). e quando isso acontece, algumas delas se anulam, por isso as mortes. o grande mistério é: qual das personalidades é a assassina. aquela que no acesso de raiva matou 6. o réu vai anulando uma a uma, até sobrar 3. a puta, o motorista e o policial. que não é policial!! e sim o assassino que estava sendo escoltado junto com outro preso. ele matou o policial de verdade e se pos no lugar dele. óbvio que todo mundo pensa que é ele o assassino. só que o motorista o mata. e depois morre junto. aí só sobra a puta. que é a personalidade que se fixa nele, e como ela é inocente o réu é mandado para um hospital psiquiatrico ao invés da pena-de-morte. o gran-finale é foda: esqueceram do moleque, uma criança traumatizada que não fala nada, e é filho do casal em crise (aquele da primeira foto, dentro do carro). É ELE O ASSASSINO GENTE! enquanto o cara é levado pro hospital, fica passando a cena dele (o menino) matando as pessoas no motel, e quando ele encontra a puta na casa dela ele diz: "vagabundas não têm segunda chance". aí nisso o réu mata o advogado que tava dentro do carro e o motorista. rá!complicado né? nem eu pensaria nisso. hohoho Dirigido por James Mangold (Garota, Interrompida) e com John Cusack, Ray Liotta, Alfred Molina, Amanda Peet e Rebecca De Mornay no elenco.fonte: adoro cinema.
|
... e viva o circo!
ae ae. finalmente levamos luana para um circo. um cirquinho meia-boca que está a bastante tempo até na cidade. nos primeiros dias passava um carro de som, tipo, 8 horas da manhã "que sucesso! que suuuceeeessoooo! circo tralala esta na cidade! grandes apresentações bla bla bla".
aí um belo dia indo pro mercado vimos um caminhão fazendo propaganda, com dois elefantes na carroceria. a luana ficou louca, "faiante mamãe, faiante!", daí eu e moisa decidimos. ok nós vamos levá-la. um dia.
aí chegou o dia. legal, apresentação ás "20,30 hs" segundo o próprio cartaz do circo. já no estacionamento, um palhaço empurrou um brinquedinho de 5 pila. ok ok. é dia de circo. hehe sem contar que a luana ficou toda feliz quando viu o dito cujo.
entramos, sentamos na cadeirinha na primeira fila. haha visão privilegiada. compramos batatinhas e lá estávamos super felizes ouvindo os hits de rbd. aí começa o espetáculo. a primeira impressão foi bem legal, tinha uma black-light lá e entrarou um povo com uns panos enormes fazendo uns movimentos que pareciam borboletas gigantes. daí é aquela coisa de circo. malabarismos, contorcionismo, equilibristas, mocinhas novas e bonitinhas de colanzinhos (meu deuso, coitadas. estava bem frio naquela noite). ah e os palhaços. como toda criança, a luana ficou com medo dos palhaços. chegou uma hora que ela se encolheu toda começou a chorar chorar chorar e queria ir embora. levei ela pra fora, esperei ela se acalmar e voltamos. aí sentamos um pouco mais pra trás. mas mesmo assim quando ela via os palhaços ela dizia "no qué echi mãe, qué o efanti..."... oun.
quando chegou a bendita hora dos elefantes ela ficou toda contente e até bateu palminhas. haha no final o moço lá deixou os bichos na arena pro povo tirar foto. UMA PENA, eu não ter levado máquina, a luana passou mão no elefante de boa, ficava rindo e tal.
foi menos entendiante do que eu imaginava. teve até globo da morte com três motos! o foda foi que não tinha muitos animais. não tinha macaco, nem cachorrinho adestrado, nem leão feroz, nem mágico com pombinhas... mas pô, tinha elefante!

 hahahaha que fofos. eagles of death metal - speak in tongues
|
i am not indie at all!
 mais sobre
MOISAAA, ME LEVAAA!!!***i am not indie at all!

Who are you trying to fool? Just because you own a couple of Weezer albums doesn't mean that you're uberindie. Indie people don't hear about cutting edge new bands from MTV. At least the ignorant don't know what they're missing...
How indie are you? test by ridethefader
hahahahahaha adoro testinhos. local h - toxic
|
|