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contador. hits.



 
Saturday, March 31, 2007 | 9:27 PM

segue o seco.
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ô chuva vem me dizer se eu posso ir lá em cima pra derramar você.


#



Thursday, March 29, 2007 | 10:12 AM

1984.
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março é o mês que mais tem gente nascendo no mundo. posso provar, lá no orkut.
tem mais arianos e piscianos do que qualquer zodíaco. naquela listinha de "birthday reminder" no mês de março tinha mais de 15 pessoas.
em casa, o moisa nasceu em março, a luana nasceu em março, o meu cunhado michael nasceu em março.
eu me casei em março.
e eu nasci em março.
dia 28. ontem.

e eu adorei ser acordada ás 9 da madrugada com aquele coro de três pessoas cantando um parabéns pra você nessa data querida bem chiado, do outro lado do mundo.
eu adorei ver que alguns amigos lembraram, mesmo sem o "birthday reminder" do orkut.
eu adorei as mensagens no cebolar.
meu aniversário é um dia estranho. todo mundo olha pra mim e ri, me perguntando como é viver com um ano a mais. algumas horas com 23 anos não faz muita diferença.
eu fico sem graça em apagar velas, em ficar com cara de manga madura enquanto cantam e batem palmas, em abrir presentes. eu adoro ir em festas de aniversário, desde que não seja o meu.

esse ano, porém, foi um dia como qualquer outro.
o moisa saiu pra trabalhar enquanto eu fiquei a manhã inteira lendo, vendo desenhos e desejando um almoço gorduroso. e tive.
passei a tarde desejando que ninguém ligasse, porque eu fico agindo como idiota quando me ligam pra dar os parabéns. e, sorte (ou pelo fato de agora eu morar muito longe de todo mundo) somente uma tia ligou.
eu tive enxaqueca, fiquei deitada o tempo todo, com tontura e dores que me causavam náuseas.
fora isso, o dia correu normal. assisti mais uma vez twin peaks, o filme. e o modo como laura palmer se treme toda e arregala os olhos de medo me deixaram enjoada. mas é tudo tão maravilhoso e interessante que eu nem dei bola.
o marido chegou tarde, com bolo, coca-cola e cerveja. e algumas preocupações com o trabalho.
a luana pensou que fosse pra ela. que linda. ela que cantou mais alto, ela que apagou as velinhas.
bolo de prestígio, com muito côco ralado no recheio e chantilly. e a atenção de quem sempre me deu muita atenção.

e parabéns pra mim.




post-scriptum - pronto, mayra.




amiguinhos!
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primeiro eu quero agradecer a sorte que todo mundo me desejou. e as boas vibrações.
adivinhem? deu certo.
lembra da prova de matemática que eu disse que tinha dado branco? pois bem, das quatro questões que eu chutei eu só errei uma. a do perímetro. mas aquela que falava das vendas das lojas e dava uma equação do tipo q e pedia o valor de x, eu fiz um mamãe-mandou-eu-escolher-esse-daqui e era a resposta certa. cof cof cof. hahah.

dez questões de conhecimentos gerais, uma errada. e sabia que estava errada. ou melhor, eu não sabia a resposta certa. pergunta vaga e opções vagas, da até vontade de entrar com um recurso e mandar anular. mas ok, tenho preguiça dessas coisas.

vinte questões de conhecimentos específicos (sobre odontologia né) eu errei 5. um número grande, eu acho. isso talvez faça com que eu não pegue a vaga de imadiato, porque são cinco vagas pra curitiba sendo que uma é pra deficiente físico, opa, pra portador de necessidades especiais e a outra é pra negro, opa, pra afro-descendente. as outras (três) é pra gente "normal" (me desculpem, eu não sei que termo usar sem ser grosseira).
lógico que eu estou revoltada com essa história de cotas, mas não vamos discutir isso agora, porque eu gabaritei português e estou feliz da vida.

saldo: 40 questões, 7 erros. somando os pesos, 81 pontos no total.

acertei 82,5% da prova.
ufa.




paz, livros e empatia.
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li a última página de marian keyes hoje.
talvez, o pecado de é agora... ou nunca seja o excesso de clichês. são vários, são irritantes.
eu não me importo de que o pano de fundo dessa história seja a mesma do outros livros que li dela. jovens que saem do interior da irlanda e vão se aventurar na desregrada e nada católica londres. ou fazem o caminho de volta. não é esse o problema.
mas é aquele clichêzinho louco, do amigo gay super fashion, lindo e que só tem irmãos e amigos lindos, do cafajeste que transpira sex-appeal e que ficar perto dele seja prejudicial a saúde mental, da solteirona convicta e perfeitinha, da bela loira que tem caso com um homem casado, etc etc.
os diálogos, algumas situações, as personalidades. tudo batido demais. chega uma hora em que você reza pra que algo aconteça pois não quer se decepcionar depois de passar tanto tempo carregando aquela bíblia verde pra cima e pra baixo.

a fatia encantadora fica com a compaixão e (no meu caso) identificação com a personagem tara, e seus surtos ai-meu-deus-eu-sou-uma-vaca-gorda!!
há parágrafos em que parece que estão traduzindo certo pensamentos meus naqueles piores dias.
como esses, que eu tirei do capítulo 16:


estava usando roupas tamanho 48 há algum tempo, mas essa era uma medida temporária, só até ela perder um pouco de peso e voltar ao tamanho 46. embora, veja bem, usar 46 ia valer só por algum tempo, até ela emagrecer ainda mais e voltar ao seu tamanho normal, seu tamanho verdadeiro, sua morada espiritual do nirvana do 44.
naquele momento, porém, com o cós da saia tão apertado que esmagava seus orgãos, tara, com relutância, começou a encarar o fato de que talvez fosse melhor ela comprar algumas peças tamanho 50. Claro que não seria algo definitivo. só até ela perder um pouco de peso e conseguir voltar ao 48.

(...) estou gorda, compreendeu, horrorizada. realmente, oficialmente, gorda. não estou mais ligeiramente acima do peso, nem ligeiramente rechonchuda ou "cheinha". estou gorda. gorda de verdade!

viu a si própria em direção desenfreada rumo à marginalização extrema. não vou mais conseguir encarar escadas, nem subir nos ônibus. vou ser obrigada a pagar mais ao entrar nos aviões, devido ao excesso de bagagem representado pela minha bunda. os meninos na rua vão me atirar pedras. vou quebrar cadeiras quando for convidada pra jantar na casa das pessoas. vou ser rebaixada de cargo na firma, pois todos sabem que gente gorda é muito menos competente do que gente magra. quando entrar no carro, só vou conseguir sair depois com guincho. todo mundo vai me achar uma fracassada, porque peso demais é sinal comprovado de infelicidade. vou ser obrigada a mentir, dizendo que estou com problema de hormônios.



é médio.
porque quem não tem esse tipo de faniquito não entende, aí acha um porre ficar lendo sobre auto-piedade e força de vontade abaixo de zero.
mas é aquela coisa, marian keyes é marian keyes.
ela sempre encanta alguém.



Monday, March 26, 2007 | 2:09 AM

saturday in candle lights.
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antes que me perguntem sobre a prova.
ela estava mais ou menos fácil e mais ou menos difícil. como sempre eu me tropecei em matemática e deu branco novamente e eu esqueci como se resolvia probleminhas envolvendo perímetro e área. mas em funções me dei bem.
português era interpretação de texto. obrigado senhor.
as 10 questões de conhecimentos gerais foi tranquilo, mas eu nunca tinha certeza absoluta. era aquela coisa de ter bom-senso e responder a coisa mais coerente.
agora, conhecimentos específicos me deixou descabelada. como assim mandam a gente estudar 40 milhões de assuntos e das 20 questões, uma era sobre aids e TODO O RESTO era sobre a boca, escovação, dentição, doenças da boca, etc etc.
eu não estava fazendo um concurso pra ser dentista ok.

mas foi assim, em pouco mais de uma hora, que eu suei, morri, ressucitei, chorei, vomitei e desmaiei. e vou ficar uma pilha porque eu tenho aquele medo louco de zerar tudo ou me dar ridiculamente mal.
o gabarito sai amanhã, e sinceramente não sei se verei amanhã mesmo.
vou esperar pelo menos o torcicolo passar.

agora minha vida vai se acalmar, e serei somente mulherzinha.
acompanhado hitchcock de madrugada na tv aberta, ouvindo uma música boa de uma banda de maringá e desejando que um anjo feliz esteja do meu lado e faça com que tudo dê certo e eu jamais tenha que passar por tudo isso de novo.



Sunday, March 25, 2007 | 7:30 PM

we are born innocent.
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quando eu tinha 15 anos eu passava os dias no quarto, escrevendo textos e ouvindo sarah mclachlan. e derramava uma lagriminha quando ela dizia naquela canção don't you know i tried so hard to love you in my way... porque tudo que eu tinha naquela época eram desilusões.
não foi muito gostoso ter 15 anos num país diferente.
ás vezes eu dizia a quem estivesse em casa que ia sair, e ficava sentada no chão em frente àquela loja de conveniência fumando um cigarro atrás do outro e pensando que poderia ser mais feliz num país distante.
eu passava os sábados, e ás vezes os domingos quando não saia com a minha mãe, vendo filmes e querendo viver dentro de um deles. lembro daquele em que a menina tinha a minha idade e se sentia perdida, aí um dia ela mata aula e vai com a amiga pra uma cidade perto dali, e acontece um monte de coisa. aí ela vê que o que faz é sem sentido e volta pra casa, e resolve cuidar do irmão mais novo que precisa dela e tentar manter um relacionamento saudável com a mãe.
mas minha vida fora da porta do meu quarto era perfeitamente normal.
eu tinha amigos, tinha uma turma fixa, tinha paquerinhas, tinha um estilo, tinha bom-humor de sobra, tinha popularidade, ás vezes eu tinha um emprego.

hoje sobrou somente o bom-humor, que eu não largo mão de jeito nenhum.
até as músicas da sarah mclachlan foram abondonadas com o tempo.

porém, nesta tarde, em um impulso, eu baixei novamente a tal música da lagriminha. adia. e ouvi, e ouvi, e ouvi, e quase senti aquele gostinho do fumo mentolado em frente a loja de conveniência e a melancolia de ter 15 anos.
quase.
não houve lagriminha.



Saturday, March 24, 2007 | 10:39 PM

olá, outono.
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acho que nunca tive uma semana mais mulherzinha do que essa.
não sei se as palavras de marian keyes mexem no meu subconsciente e eu acordo todos os dias ás 8, passo a camisa pro marido trabalhar, ajudo ele com o café da manhã e reforço que ele precisa comer de verdade que café da manhã é uma refeição importante, aí abro o portão e fico lá até ele desaparecer na rua.
depois eu deito no sofá e fico até perder a preguiça.
não vou mais a academia de manhã, não pense em bronca, não vou de manhã pelo simples motivo de que isso deixaria minha manhã corrida por demais. ir á tarde agora esta agradável, o verão passou e tudo esta mais fresco por aqui.
tudo que eu fiz essa semana foi deixar minha casa impecável pro marido chegar e se sentir bem num lugar limpo, cheiroso e arrumado. meu quê de dona de casa estava a flor da pele. e eu confesso que estou gostando. até de ir ao mercado no final da tarde, com o marido com aquela roupa de escritório e o crachá no painel do carro.
as conversinhas sobre o novo ambiente que ele esta adorando enquanto eu guardo os tomates. agora ele tem ar condicionado e um computador.
e eu estudei também. minha prova é amanhã, ás duas da tarde. eu até tento evitar, mas estou cagando roxo de nervosismo. meu maior defeito, ansiedade.
comi dois sanduiches de maionese. mas maionese light, a culpa é menor. tento não pensar muito, mas já abri o edital duas vezes pra conferir o horário e o que eu devo levar. já fui no site duas vezes conferir o lugar onde farei a prova. e vou sonhar com essa prova, vou dormir com azia e acordar com azia. o almoço vai me fazer vomitar, e durante a prova eu terei enxaqueca.
mesmo assim, me desejem sorte.



Thursday, March 22, 2007 | 11:55 PM

bebezuda.
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minha pequena.
pequenininha pra mim. todo mundo que vê fala "nossa como ela é grande!"
mas pra mim é um bebê. meu eterno bebê.
que eu carreguei na barriga, que me fez ficar com nojo de biscoito de polvilho, que me dava dores nas costas, que me engordou 15 quilos sem culpa.
uma gravidez. aos 18. e foi tudo lindo. a gravidez perfeita.
uma cesária perfeita. um bebê perfeito.
nem vamos pensar naquele susto que me tirou o sono e me deixou de molho na ala pediátrica por semanas.
meu bebê, frágil, doente, e uma cirurgia com um mês de idade.
pula isso.
pensa nela com 6 meses engatinhando pela casa e destruindo as capinhas dos cds.
pensa nela com 1 ano e alguns meses correndo e caindo a cada dois passos pelo quintal, chamando a nenêm (nossa basset).
pensa nela com 2 anos querendo mexer no computador e passar batom.
pensa nela com 3 anos me chamado pra jogar bola e brincar de esconde-esconde.

luaninha que hoje me enche com os porquês do mundo, conta historinhas que ela mesmo inventa, repete o que eu falo e diz "mamãe, nã podi falá puta qui paiu..." porque eu ensinei a ela que falar puta que pariu era feio. e depois repete alegrinha que "só podi falá puxa vida" porque eu disse que falar puxa vida não tinha mal algum.
luaninha que tem os meus olhos e nariz, as pernas, mãos e pés do moisa. tem o joelho da minha mãe e a testa da minha sogra. tem o cabelo da minha irmã. e uma marquinha no tronco da minha família, e uma marquinha nas costas da família do moisa. e uma personalidade só dela.

eu que jamais achei que poderia ser capaz de educar e ensinar coisas da vida pra outra pessoa. porque gostar de crianças é uma coisa, ser responsável pela vida e formação de uma, é outra.
mas aí eu olho a luaninha, e vejo que ela já sabe tomar banho praticamente sozinha, come de garfo e faca, escova os dentes sozinha, conversa e se mostra simpática pra qualquer um que sorria pra ela. minha mimadinha, educadinha e delicada. tão diferente de mim...

meu bibelô, que eu encho de cremes e perfumes. e ela adora.
minha princesa, que agora passa a ter 4 anos.



Wednesday, March 21, 2007 | 3:32 AM

é agora... ou nunca.
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e eu interrompi a leitura séria do camus pra me deliciar com a bíblia verde da keyes.
marian keyes encanta mesmo.
literatura pra mulherzinha, sabe, quem não está a fim de decifrar kafka ou esquentar os miolos com dostoiévski lê marian e os dilemas do mundo interno (feminino, na maioria das vezes).
e como eu tenho uma parte mulherzinha que grita cada vez mais forte, marian keyes se torna irresistivel.
o moisa nunca vai ler, e se ler, não vai gostar. eu acho que nenhum homem vai gostar dum livro tipo "sushi". são coisas que só mulher entende, tipo a bridget jones.

eu cheguei a locar o filme da jones pra mostrar pro moisa, porque eu falava tanto de algumas cenas que ele ficou curioso. eu gargalhava e ele ria timidamente. no meio do filme, a ficha caiu.
nenhum homem do mundo vai entender o dilema das calcinhas.
o que? você não sabe do dilema das calcinhas??
é o seguinte:
a jones tem uma festa pra ir, e tem que se mostrar sexy, divertida, inteligente, bem relacionada e perspicaz pro chefinho lindo e cafajeste que ela andou dando mole e as chances dos dois terminarem a noite juntos é gigante. aí ela tem o vestido e o sapato perfeito, mas trava na hora de escolher a calcinha.
ela vai com aquela preta, transparente, sexy, minúscula e que elouquece qualquer homem ou com aquela que parece a calcinha da sua avó, MAS que segura a barriga?

compreende?

os livros da marian keyes é mais ou menos assim.
alguns homens podem até gostar, achar engraçadinho. mas só mulher entende.


the modern lovers - roadrunner (mentalmente...)




roadrunner #3.
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a noite prometia.
chuva de novo? quem liga pra chuva?? nós tínhamos os ingressos e muita disposição.
foi um dos melhores (senão o melhor) show que eu já fui.
três bandas legais. três estilos (não muito) diferentes. ótimas companhias na mesa. e as risadas das piadas que jamais perdem a graça.
havana 55 tocou johnny cash e stray cats e todo mundo lá dentro quase morreu de delírio.
a IV geração da família palim do norte da turquia (é, esse é o nome da banda) e umas 40 vezes melhor do que eu imaginava.
e não adianta, show do tribo's sem ouvir "hey, ho let's go" do povo não é show.
e eu morri de rir quando a IV geração da família... enfim, tocou uma adaptação de "beat on the brat" em português que fica até quase mais legal que a original. meta o cacete, meta o caceta no filho da puta...oh yeah oh yeah... mais ou menos isso.

alguns longos minutos a espera da banda principal.
muita gente entrando, meu deus como assim cabe todo mundo. pra ir ao banheiro e pegar uma outra garrafa de cerveja me fez demorar uns 10 minutos. haha exagero, mas é sério.
aí vem os seguranças, nos tiram do nosso lugar privilegiado. só porque a banda iria entrar por ali, e ninguém pode relar neles. (pula a longa espera.)

acho que desde os 17 anos eu não ficava no meio do povo pra ver um show.
e ver um show do matanza com umas 400 pessoas num lugar em que caberia 200. você nem precisa se mexer, deixa que a galera te leva pra cima e pra baixo, pra um lado e para outro. uma hora eu estava num canto, em alguns segundos eu estava com a cara no palco.
eu sempre achei que passar mal por causa de tumulto era coisa de mulherzinha fresca anoréxica.
morda a língua, dona amanda.
é um calor sufocante. mas a dúvida entre sair e perder uma banda legal a um palmo do seu nariz ou ficar e perder o ar, desmaiar, ser pisoteada e perder uma banda legal a um palmo do nariz. eu preferi a primeira opção.
na quinta, ou sexta música.
corre pro banheiro, água no rosto, respira respira. achamos velhos amigos sentados num espaço ao ar livre. perfeito pra se recuperar. o moisa suou tanto que teve que torcer a camiseta. o empurra-empurra era tão (??) intenso, que aquele araminho do meu sutiã se quebrou. perdi uns bottons. meu tênis ficou irreconhecível.
nem tentamos voltar pra dentro, dava pra ouvir o show dali de fora mesmo.
muitas palhaçadas, risos, e uma foto das diferentes gerações de uma banda que deve estar perto dos 15 anos.

descansados, alegres, relaxados nós lembramos que no outro dia tinhamos mais de 300 quilômetros a nossa espera. e ja eram quase 5 da manhã.
fomos pra casa, com aquele gosto de quero-mais.




roadrunner #2.
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daí o caminho pra maringá. a gente já chega e faz o caminho que costumávamos fazer quando a gente voltava da casa do meu avô. nostálgico. chego até a passar em frente da minha ex-casa.
é esquisito. ver alguém morando na casa que foi sua, e saber que seus móveis não estão mais lá dentro, seu cachorro não esta mais la na frente e o carro na garagem é um completo estranho.
mas a vizinhança continua a mesma.
a cidade, praticamente continua a mesma.
em um ano quem muda é você, e não as coisas ao seu redor.


ah ah ah stayin' alive!
quer dizer, nem muda tanto assim.
a primeira coisa que eu fiz na cidade-verde é comer cachorro-quente. e que cachorro-quente.
só existe lá. incrível, o prato típico de maringá deveria ser o cachorrão, e não aquelas carnes esquisitas.
aí passa na casa da amiguinha joyde, pra pagar o favor de ter me garantido entrada no show da semana. oi oi pro gatinho dela, e pra mãe. a visita que seria de 1 minutinho se transforma. psicólogo é aquela coisa né... haha em 2 minutos de conversa descompromissada e eu já estava falando da relação com minhas irmãs.
aí cervejinhas, passeios pela cidade, cantamos lindamente keane pelas avenidas e dançando bee gees no meio da rua. adoro. chuva? que chuva?


seleta de salinas.
ensinei a luana a tirar fotos. passamos a tarde fotografando o que ela queria. ela se apaixonou por fotos de seu próprio chinelo.
uma visita ao tio do moisa. filminho do zé do caixão são engraçados demais. morri de rir quando passou uma matériazinha no dvd do povo na rua falando sobre o zé. aí um cara diz que o zé do caixão é uma coisa antiga, cafona, e que hoje em dia os carros são mais interessantes (?).
uma ligação da dona jules nos chingando porque deveríamos estar na casa dela a uma hora atrás.
é o amor... hahahahah aí rumo ao grevas, sentados em cima de jornais, conversas mais ou menos sérias, fanta e coca-cola e a seleta. de salinas. melhor deve existir, mas eu não quero.
sentia saudades disso.


cachorro magro.
volto pra casa da joyde, vamos nos apossar do computador dela, vamos beber da tequila dela, vamos sujar o banheiro dela, vamos gravar os filmes dela, vamos cobiçar os mp3 dela.
e ela mostra e ri, que o filme que eu emprestei foi só a capinha, o cd ficou em casa. dã.
eu corri atrás do gatinho peludo, mas ele me odeia. se esconde.
e claro que eu fico pra jantar, oras!
eu não como quesadilla todos os dias...

no outro dia um jantar esperado a muitos meses.
a minha única amiga japonesa me faz um yakisoba de babaaaar e repetir três vezes.
e o moisa repetiu quatro. e ela AINDA me faz a marmitinha pra levar.
assim eu viajo pra maringá todo mês.


sábado de sol.
ah o sábado. e tão esperado sábado.
a tarde foi na casa da doces companhias. uma confusão de anas, e a paula reclamando que estava com fome e a eloise nos trouxe bombons. a visita rápida de joyde pra dizer oi.
fotos, conversas longas e boas e risadas. muitas risadas.
sentindo inveja da coleção de filmes da ana e da paula. e tentando decidir que cd ouviríamos. ficamos com cramberries. e depois bambix. tudo muito parecido... hahah.
personalidades tão diferentes em sintonia.
essas meninas me fazem bem.




roadrunner #1.
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nem sei por onde começar.
foi tudo tão corrido que os 9 dias fora de casa passaram como se fossem apenas um.
as quase 8 horas de viagem até a casa do meu avô. dois dias em um sítio que só me tras lembranças de infância, comendo feito louca tudo que a minha madrinha faz e sabe que eu gosto. as duas fornadas de pão de queijo e meu estômago agradece.
meu vô mostra com o maior orgulho do mundo os belos pés de café que parecem de filme, novela, revista.
e a luana vê bichos-da-seda e grita "olha mãe, minhoquinha!"
eu me apaixono pelo meu priminho recém-nascido e isso gera piadinhas pra cima do moisa. "iih moisés se ferrou, agora ela vai querer um pra ela..." etc.
eu também me apaixono pelo filhote de gatinho que adora dormir na minha barriga. e se eu me mexo, ele reclama. mas isso não gerou piadinhas pra cima do moisa.

a luana se suja de lama, eu como macarrão da minha tia, eu durmo cedo, acordo cedo.
ir pro sítio é sempre agradável.
sempre.



Sunday, March 18, 2007 | 10:37 PM

bom é quando faz mal.
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quebrada.
é essa a descrição do meu estado físico agora, neste exato momento.

acabei de chegar de viagem, depois de uma semana em maringá.
uma semana de folga, visitando família, amigos, muita festinha, comida, bebidas, dores de estômago e aquela folga que todo mundo merece de vez em quando.
aí pra fechar com chave de diamante (hahahahah), o último dia regado a rock do bom.

e ainda tem umas 200 fotos pra descarregar, redimensionar, hospedar e mandar pra mais 40 pessoas por e-mail.
mas faço isso amanhã, e também vou tentar descrever o que foi que aconteceu nessa última semana que vai ficar na memória ó... por muito tempo.



Saturday, March 10, 2007 | 1:30 AM

vou m'embora.
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Cinco bares,
dez conhaques
atravesso são paulo
dormindo dentro de um táxi




são paulo? não leminski, uma cidade quente e verde.
táxi? não leminski, nós temos nosso fietoso nervosinho e doido pra urrar nas subidas.
não quero pensar muito no assunto, mas é invitável ficar ansiosa em voltar, quase um ano depois, pra cidade que mais me tras lembranças.
rever rostos alegres e familiares, cheios de saudades.

uma semana será pouco, mas é o que temos agora.
alegria alegria.

e eu saio amanhã de manhã.
abraços. e até lá!



Thursday, March 08, 2007 | 2:02 AM

aurélio pra que te quero.
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ontem eu vi um caminhão com essa frase no treco lá onde os caminhoneiros costumam escrever frases xuxubelezas:

imitar é facio.
dificio é faze sucesso.


pelo menos o "sucesso" estava escrito certo.
desconfio que ele seja participante do alechat e que fez isso só pra pessoas esnobes lerem e pensarem que são superiores e falarem disso o resto do dia. e quem sabe por isso em seus blogs. hahaha.

JÊNIL.

ps - NÃO! eu não consegui tirar foto. sempre que vejo coisas supimpas eu estou sem minha câmera. maldição quase. (post-inútil)




ah, claro.
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mulheres do mundo, meus parabéns.




everybody loves the carnival.
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dia quente. ardido de quente.
depois de semanas a base de saladinhas, refeições sem sal, carninhas magras grelhadas, o completo jejum etílico, sucos naturais sem açúcar, o leite desnatado e frutas como lanche da tarde. depois de semanas na tortura, eu e moisa passamos o que eu chamaria de carnaval gastrônomico.
motivos tínhamos de sobra.
o aniversariante do dia foi aprovado no exame médico-odontológico de seu novo emprego. e um belíssimo novo emprego. logo, uma linda quarta-feira ensolarada era uma quarta-feira de churrasco, cerveja gelada, bolo de aniversário, brigadeirinhos, salada com picles e azeitona.
umas voltas de carro pra tomar vento na cara, e decidimos que merecíamos um pastel.
no caminho aquela loja de artigos "de rock" sorriu, e entramos e vimos perto de 467 camisetas de estampas diferentes. de todos os tamanhos e cores.
eu gostei daquela preta de detalhes verdes, se não reparar, nem percebe que é do ramones.
ele gostou daquela vermelha. ele diz que a cor é chamativa demais, mas é a banda que ele adora desde sei lá quantos anos e no corpo ela nem fica tão chamativa quanto parece. e só no carro ele percebeu que o "s" do sepultura também esta nas costas.

enquanto a gente escolhia, eu vi meninas novas entrando e saindo perguntando preços daquelas coisas que a gente quer se encher quando se tem aquela idade. eu sei porque eu era assim.
a mocinha que se plantou ao lado do manequim coberto de tachas e rebites se esforçava pra demonstrar alguma revolta, mas uma camiseta e munhequeira do green day e o lápis preto nos olhos não eram o suficiente. e eu tive simpatia por ela, porque eu a vi comprando uma pulseira exatamente igual a uma que eu tenho.
aí entra a baixinha da voz rouca, rindo alto porque a própria mãe pintou as pontas de seu cabelo, já pintado de preto, de azul (ou verde, não entendi direito). e reclamava com a filha da dona da loja que seu pai "deu pra trás" um dia antes dela viajar "com o bofe" pra praia. se eu fosse o pai dela também seria "mó sacana cara" porque ela era jovem demais pra viajar com alguém que ela chama de bofe.
vai entender.
mas daí eu paguei as camisetas novas e coloridas, e fomos pro carro.
no caminho eu pensei que estava muito velha pra essas coisas. comprar camisetas de banda. eu fazia isso com 16 anos, estou prestes a completa 23 e ainda fico horas vendo estampa por estampa. e me senti deslocada com aquelas meninas entrando e saindo. parecia que elas iam a um show da banda mais rock do mundo depois dali, mas estavam apenas passando calor numa cidade metropolitana.
me deu vontade de ir atrás delas e dizer "oi, eu sou você amanhã!"

só que tudo isso passou quando eu revi minha camiseta nova e foda-se essa coisa de sou-velha-demais pra qualquer coisa.
hoje era o dia do meu carnaval gastrônomico e eu ainda merecia um pastel. de palmito. nham.
e comi muito feliz, porque além de uma camiseta nova eu tinha cortado o cabelo depois de mais de um ano sem entrar em um salão. depois de anos, um dia diferente de todos os outros. e amanhã de manhã, o moisa merecerá roupas novas, porque seu novo trabalho exige roupas bonitas e bem alinhadas. sapatos novos e quem sabe meias novas. talvez eu tire uma casquinha da carteira aberta e compre brincos novos pro meus velhos e cansados buracos na orelha.
a luana já tirou, a um mês da páscoa ela já ganhou coelhinhos de chocolate.

as coisas estão mudando. pra melhor.
claro que os pernilongos embaixo na mesa do computador ainda me atacam. essa cidade ainda é fria durante a noite. eu ainda vejo o clube da luta (pela milionésima vez, obrigada joyde!) até o fim.
ah, e o refrigerante ainda é diet.



Wednesday, March 07, 2007 | 9:18 AM

omedeto.
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é, aí você olha essa foto e diz "de novo??"

pois é. parece até injusto.
o aniverário de nós juntos e o dele tão perto um do outro.
não dá nem tempo de pensar em alguma coisa muito especial, porque todas as suas energias foram gastas na outra coisa especial de agora pouco.

e o fato: hoje ele faz 26 anos.
e qualquer coisa que eu diga jamais parecerá o suficiente.
porque só ele é capaz de entender o que eu penso, mesmo quando as minhas palavras se engasgam na garganta e não sai nada. só ele traduz meus sentimentos quando eles estão confusos ao ponto de nem eu mesma conseguir. um único abraço dele é o suficiente pra me acalmar, me tranquilizar em qualquer que seja a situação.

nunca imaginei que um dia eu iria atrair a atenção de alguém com o seu qi. com toda aquela carga de conhecimento literário, musical. enquanto eu era aquela saltitante de 17 anos, queria tudo do meu jeito, ele teve a paciência de me guiar e fazer com que a maturidade e bom senso que chegaria naturalmente, fizesse parte de mim na medida certa.
quando ele descobriu que mulher é um bicho carente mesmo, e que quase todos os chiliques e faniquitos e tiutis são curados com atenção e aconchego, ele passou a me encher de mimos. de um jeito que me deixa desconcertada.

o único homem que eu amei de verdade.
hoje faz aniversário, e tudo que eu pude lhe dar foi um abraço, um beijo e "felicidades". e a certeza de que os anos que virão serão ainda mais cheios de amor, carinho, amizade, cumplicidade, companheirismo, alegria, e mais aquele monte de coisa abstrata e bonita que faz parte da nossa vida.
moisa, obrigado por tudo. pela filha que temos. pela família que formamos. por me fazer feliz e completa.
e por sempre sempre sempre estar do meu lado.

feliz aniversário!

meu amor.



Sunday, March 04, 2007 | 10:22 PM

behind brown eyes.
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but my dreams, they aren't as empty
as my conscience seems to be




Saturday, March 03, 2007 | 11:56 PM

deusa cibernética.
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agora no e-bay você pode ter sua barbie versão britney spears conteporânea.
carequinha e com camisa de força.

um viva ao humor negro.


(momento esculhambação) o antes e depois:



britney, DESISTA.

- - - - -

sim sim, pessoas queridas, eu estou bem. muito bem.
o moisa já esta melhorando da conjutivite. aquele olho dele que parecia que ia derreter já esta voltando ao normal. e a bruxa deve ter tirado férias, porque eu SEMPRE pego a doença de alguém. não sei como não estou com os olhos caindo agora. ufa.

ando um tanto ocupada. (oh!)
mudei meu horário na academia. agora vou de manhã. descobri que de manhã só fica o instrutor na academia, e é um horário exclusivo pra velhos e pré-adolescente (ou seja: pessoas desocupadas). o instrutor é homem, masca chicletes de boca aberta e, apesar de parecer com o joaquin phoenix sem cicatriz, é muito antipático.
sinto saudades daquela instrutura falante, magrela e tatuada. tudo bem que eu nem sabia o nome dela, mas ela pelo menos sorria.

então eu passei a dormir mais cedo. mesmo que eu queira ficar acoradada eu não consigo. minha vida saudável ferrou minha vida nerd. morrerei.
essa semana o tempo que passei na internet, além de fofocar eu fiquei atrás de assuntos que eu tenho que estudar pra outro concurso que eu farei esse mês.
não falei sobre ele?
então, me inscrevi em mais um. depois do fiasco (e susto) que foi o dos correios a amanda levanta e se sacode. agora é pra auxiliar de saúde. por isso a grande quantidade de biologia. morrerei de tanto estudar verminhos e dentinhos.

por isso meus milhaaares e queridos e amados leitores, torçam pra que minha cabecinha de borboleta se ilumine.
eu preciso desse emprego.

hahah.




I was at the Sizzler today.
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2/14/2007

Hitting the cheese bread pretty hard you know how I do. Heard a French guy in the booth behind me dropping bombs. Turns out QOTSA are going to be doing some press to announce the new album.
the Dr. is not gonna be scooped like a pile of potato salad.

The record is called Era Vulgaris.
It's coming out in June. Your fake track lists makes the Dr. laugh like a little girl.

Into the Hollow; Sick, Sick, Sick; Misfit Love; Battery Acid could be song titles. or could not.
go sign up on the mailing list for future insider info. then get off the internet and go get laid, its valentines day!


kisses, "dr. inside"

- - - - -

diretamente do qotsa.com.
junho junho junho. só isso vai ecoar na minha cabeça por dias. até lá eu acho que sobrevivo.
em tempo: quem seria o "dr. inside"? pois é. ninguém sabe, mas ta na cara que é o senhor homme.

"era vulgaris"...



Friday, March 02, 2007 | 12:19 AM

o colorido mundo da lomografia.
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ou o ESTRANHO e colorido mundo da lomografia.



dois mochileiros autríacos em praga, 1991.
mathias fielg e wolfgang stranziger desembolsaram uns trocados para comprar uma câmera fabricada na antiga união soviética - uma "lomo" (sigral em russo de empresa ótica e mecânica de leningrado) modelo LC-A.
frágil e de poucos recursos, a máquina parecia mais um brinquedo. na verdade era um artefato muito barato, que tinha por ambição popularizar a fotografia na mancha vermelha que se estendia de cuba ao vietnã.
ao revelar as fotos da viagem, os rapazes encontraram imagens com efeitos óticos imprevisíveis e curiosos.
a novidade se espalhou no boca-a-boca. a lomo (tanto as câmeras originais russas quanto as desenvolvidas por seus admiradores) se tornou objeto de adoração. algumas dessas pequenas maravilhas batem várias fotos simultâneas ou sequênciais.
mais que uma escola de fotografia, a lomografia é um movimento iconoclasta e brincalhão, que zomba das regras criando outras.


interessantíssimo não?
quem puder, compre a super interessante dessa quinzena (capa: espíritos). são 6 páginas com fotos (repetidas e coloridíssimas) tiradas com uma autêntica lomo, e 10 regras de ouro pra quem quer conhecer e/ou fazer parte desse movimento (moderninho) que pretende por abaixo todos os dogmas e fundamentos da fotografia.





sobre a lomografia
sociedade lomográfica internacional
lomografia nacional (exemplo)
no orkut (brasil)