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parece quem?
uma vez, quando eu estudava em um curso supletivo, um colega que sempre se sentava do meu lado se virou e disse: "amanda silverstone... você me lembra a alicia silverstone.." fiquei mega feliz, porque eu sempre achei a alicia podre de linda. apesar daquela cara de boneca. mas essa felicidade durou 5 segundos, quando eu me lembrei que alicia era loira, magra e tinha cara de porcelana, enquanto eu era japonesa, gorda e cara de briguenta. mas ele jurou que não estava brincando ou me tirando. disse que eu lembrava, mas não fisicamente. q.
alguns anos antes, eu estava toda feliz em casa fazendo um pseudo jantar, quando morei no japão. e uma amiga me mandou uma mensagem no celular: "amanda olha a televisão! você é a tati da malhação!!" foi quando começou essa nova versão de malhação, que aparece um colégio e os roteiros que não difere de uma temporada a outra. a primeira protagonista, pra quem não se lembra, se chamava tati, e era interpretada pela priscila fantin. quando ela tinha cabelos castanhos claros, era bochechuda e não fazia chapinha. gargalhei. muito. priscila, apesar de então bochechuda, tinha olhos verdes e queixo fino. nada a ver com a japonesa aqui em questão. mas mesmo assim muitos amigos concordaram, e concordam até hoje, que eu rindo lembra um pouco priscila fantin. q.
e a minha carreira de sósia de pessoas famosas parou por aí. claro que eu preferiria ganhar a vida sendo cover da paris hilton ou algo do tipo, mas infelizmente eu não pareço ninguém. ninguém que seja famoso.
mas há pessoas que insistem no ridículo. vai saber né, depois de "i want a famous face" e aqueles irmãos gêmeos que mexeram na cara toda querendo parecer brad pitt, eu não duvido mais de nada.
 praticamente separados na maternidade, né não? e, pior, tem mais aqui.
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suspresinhas.
 nesse frio de 9 graus, eu me enchi de coragem, vesti um short, arregacei as mangas e encarei o banheiro. eu posso, eu consigo hahah, lavar o banheiro com as pontas dos dedos dormentes não é nada legal. mesmo usando a água quente, parecia que estava dentro do freezer. ô vida dura. e daí eu escuto a buzina que estava esperando desde de manhã. moisa chegou e eu parecia uma mendiga morrendo de frio. me mostra uma bandeija coberta de papel alumínio, um vapor quentinho saindo dela. um doce, ele diz, só pra mim. porque todos devem saber, e eu sempre digo aqui, moisa não é fã de doces. strudel é o nome. strudel de maçã. devorei uma boa parte e me esqueci do banheiro gelado. ele pode esperar. a saudade e o strudel quentinho, não.
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vulgo: qotsa.
 ... E quando pensavam que Josh Homme havia perdido a mão em "Lullabies to paralyze", o trabalho mais recente, eis que o Queens of the Stone Age retoma a pegada que fez a fama do grupo. "Era vulgaris" já pode ser visto como um dos mais sólidos lançamentos de 2007 - um disco que desafia do seu próprio jeito, sem pretender ser inovador, mas que provoca uma empolgação que todo bom disco de rock deve trazer. (...) é pesado sem ser metal, seco sem ser punk, viajante sem ser psicodélico e pop sem ser... pop. O disco segue a tradição do Queens of the Stone Age, com os climas "on the road", desérticos, e revela um certo desconforto em relação aos tempos de hoje. Essa inquietação, no entanto, não se manifesta na parte musical: Homme tem tudo no lugar, cada parte bem casada com a que vem a seguir e evita os desperdícios. "Sick sick sick", com participação do cantor dos Strokes, Julian Casablancas, transforma um riff básico em uma canção de atmosfera psicótica - e que soa nova mesmo com uma sensação, lá no fundo, de já-ouvi-isso-antes. Mark Lanegan, o eterno convidado do QOTSA, canta "River on the road", em um resultado abaixo do que já se viu com o ex-vocalista do Screaming Trees a bordo, mas que de forma alguma estraga o entusiasmo que "Era vulgaris" traz. Mais um álbum do Queens of the Stone Age, mais um grande álbum de Josh Homme e companhia. eu me segurei. me segurei muito pra não postar isso antes. queria ouvir o cd primeiro pra depois tirar as minhas conclusões. e esperei uns dias, pra me recuperar da pedrada na cabeça e ver se o deslumbramento não era resultado da ansiedade. mas não. é um cd bom mesmo. além do que eu esperava. o disco só vai ser lançado dia 12 de junho, mas todo mundo que tem internet já pode fazer faxina na casa ouvindo era vulgaris e os falsetes hipnóticos de josh homme. e sabe o mais gostoso? é ver que as viuvinhas de nick oliveri, aquelas que meteram o pau em lullabies, que disseram que queens morreu, que o queens virou "queens lite", que a banda jamais recuperaria o peso e a força, aquelas pessoas que duvidaram do talento e capacidade do josh homme, hoje, engolem seco. e têm duas opções, ou concordam com cara de cu que esse disco novo É BOM SIM ou somem por alguns meses. e voltam a terra como se nada tivesse acontecido. (ai, catarse!) my generation is for sale...
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home alone.
depois de alguns meses acostumada com uma rotina. depois de alguns meses longe daquele horário louco de quando se era "agente". depois de alguns meses da cama sempre quentinha e ocupada, com aquele ronquinho do lado, eu durmo sozinha hoje.
isso não é legal. não esta sendo nada legal. eu sei que ele volta amanhã depois do almoço, mas parece que a noite não vai ter fim. faz dias que eu não ficava até esse horário por aqui, procurando coisas pra fazer coisas pra se distrair.
e esse frio tão bem-vindo, se torna tão chato e desconfortante.
estou muito mal acostumada.
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rusosoku.
loose socks são um tipo de meia que é muito popular entre as jovens japonesas.
elas são longas, brancas e geralmente usadas na altura da panturrilha. elas se parecem com polainas, e ajudam a aquecer essa parte da perna. por essa razão, estudantes do primeiro e segundo grau usam loose socks até nos momentos em que não estão usando uniformes ou indo à escola. também, as loose socks são consideradas "estilosas" por muitas estudantes, pois fazem as pernas parecerem mais longas. elas são grudadas com uma espécie de cola que é fabricada e vendida especialmente para esse propósito. loose socks tem sido um item necessário pra qualquer estudante de qualquer idade desde os anos 90.
 eu acho que é essa a coisa mais útil que eu trouxe do japão na época que morei lá. minhas meias japonesas é sempre motivo de piada e risinhos quando as uso, mas ninguém sabe que somente elas deixam os meus pés quentinhos nessa época do ano. elas são grossas, pesadas. uso o dia inteiro, tanto que até ficaram encardidas. quando via as japonesas usando, achava o máximo, porque elas combinam perfeiramente com aquele uniforme clássico de sainha e colete. comprei uma pra usar com bermudas e shorts. hoje, passado já esse mimimi de fazer estilinho, as loose socks são itens obrigatórios nesse pré-inverno de matar. tenho três, e se achasse pra vender, compraria mais. 
 japonesinhas de verdade usando a meia. "clique para ver maior"
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crie sua lomo-foto.
hoje eu estava andando pela rua, e uma pessoa me parou e me perguntou pode me explicar o que é lomografia, por favor? num tem no aurélio!, e eu, muito prestativa, procurei aqui no meu blog um post que eu fiz sobre lomografia. e aproveitei e fui procurar melhor pela internet afora.
uns dias depois de eu descobrir o maravilhoso mundo da lomografia, eu estava conversando com a joyde, e discutíamos a possibilidade de aplicar os efeitos lomográficos em fotos digitais. o lance é que a lomo é uma máquina de filmes, de rolo, convencional, e os efeitos são imprevisíveis. e nessas minhas andanças pela internet hoje, eu achei um tutorial que ensinava passo a passo como fazer o que eu sempre quis!! imagina minha alegria... tudo bem que era em italiano, mas mesmo assim deu pra entender. (detalhe que no meio do processo, eu vi um link do mesmo texto, mas em inglês...)
demorei um pouco, mas consegui. agora que eu já sei tudo decorado, é super fácil. fiz o teste com quase todas as minhas fotos, eheheh e realmente fica lindo. minha alegria é tão imensa, que vou postar aqui o tutorial feito por mim mesma, pra vocês, meus amigos, dividirem esse momento tão feliz comigo. e especialmente dona joyde, porque ela vai perder a vida no photoshop, assim como eu.

1º parte:
1. abra uma foto.
 2. crie um novo layer. layer > new > layer... (shift+ctrl+N)3. nesse novo layer que você criou, selecione a ferramenta lasso tool e fala um círculo oval na foto. não precisa ser um círculo perfeito. relaxa.  4. clique com o botão direito em dentro do círculo, e selecione select inverse. 5. aperte o atalho shift+backspace e irá aparecer uma janelinha com opções para preencher os espaços selecionados (fill) com o lasso tool. 6. selecione a cor preta (black). 7. clique com o botão direito em uma parte preta, e selecione deselect. vai ficar mais ou menos assim:  8. vá em filter > blur > graussian blur e vá ajustando a barrinha do graussian até o 75 pixels.  e ok, a primeira parte já foi. 2º parte:1. agora vamos mexer nas cores. portanto não vamos mais mexer no layer que criamos, somente na imagem. então selecione background.  2. note que ao lado da "aba" layer, há a "aba" channels. clique nela. 3. clique no canal "red". a foto vai ficar em preto e branco, isso é normal.  4. vá em image > adjustments > brightness/contrast e arraste a barrinha de contraste até o número +50.  5. faça o mesmo procedimento com o canal "green". image > adjustments > brightness/contrast e contraste +50. 6. daí clica no canal "rgb" e TCHANAAAAAAAAM! eis sua foto com efeitos lomográficos artificiais!! fala aí... fácil né? e as fotos ficam incríveis. ó só o antes e depois:  e essa são fotos tiradas com umas máquinas REAIS. e nada photoshopado. 
 há outros efeitos que eu gosto muito, que chamam de "processo cruzado", em que parece que uma foto se sobrepoe a outra... mas exemplos dessa eu só vou mostrar quando conseguir fazer artificialmente.
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miss weird.
muito bem. a dona gabi deve me amar muito, por sempre (duas) me jogar correntes de blog. e eu aceito e faço, lógico, porque eu sou uma pessoa boa, generosa e positiva. fato é que eu tenho que listar 7 coisas suavemente esquisitas sobre minha pessoa. mas se for olhar bem de perto, todo mundo é inteiramente esquisito.
então somente 7 coisas vai nos fazer sentir normais e aptos pela vida social. alguns dos itens que gabi listou se parece por demais comigo (eu também sempre leio a ultima frase do livro antes de começar a lê-lo de verdade), então se houver alguma semelhança, é mera coincidência.
1. eu sou obcecada por meus ouvidos. não esteticamente, mas na limpeza. eu limpo os ouvidos umas 57 vezes por dia, faço o que qualquer otorrino condena: eu enfio o cotonete lá no fundo, e limpo limpo limpo freneticamente. ás vezes o algodãozinho até fica sujo de sangue. ah, e eu também gosto do cheiro de cera de ouvido.
2. eu choro demais. sou uma banana pra briga, só sei chorar. e não é só nisso. eu choro até com propagandas de cartão de crédito, de plano de saúde e de margarina. eu choro quando estou triste, quando estou alegre, quando estou nervosa, quando estou cansada, quando estou tensa, até quando eu não estou nada. ás vezes, é aquele puta filme ruim ou de comédia, mas se tem uma parte comovente, meus olhos ficam molhados. ver drama no cinema? nem pensar, é pedir pra sair da sala com a cara mega inchada e vermelha. eu já chorei até assistindo aquele quadro da princesa e o plebeu no programa do netinho, e aquele que o povo volta pro nordeste no programa do gugu. é mico mesmo.
3. eu tenho amor por coisas inúteis. ou melhor, informações inúteis. por exemplo, você sabia que hoje é dia do vestibulando? e que um melofóbico, é uma pessoa que tem medo de música? em compensação, eu não tenho noção de distância ou de peso. se alguém mandar eu andar 500 metros, eu vou andar 2 metros ou 2 quilômetros. se alguém diz que um lugar tem 80 metros quadrados, eu não sei o tamanho e vou achar que é do tamanho de um campo de futebol ou da minha cozinha. se eu pegar alguém/algo no colo e tiver que adivinhar o quanto ela pesa, vai ser ridículo.
4. eu não tenho medo de baratas. nem de ratos, de besouros, de aranhas, de lagartixas, de abelhas, de louva-deus, de mariposas ou de qualquer coisa viva que faça as meninas darem gritinhos e se descabelarem. o único animal que me da medo de verdade, e olha só, eu só vi uma vez na vida fora do zoológico, é coruja. ui, me da arrepios. parece coisa do mal, que vai sugar a sua alma e entregar pro capeta. hahah.
5. adoro falar sobre cocô. não é porque é uma coisa fedida e que seu corpo rejeita que o cocô tem que ser um assunto proibido. eu gosto de ver meu cocô, observar a cor e os tons de acordo com coisas que eu como. adoro quando eu tomo muita fanta uva e ele fica verde. quando a luana era bebezinho eu me divertia, porque a gente tem que observar bem o cocô pra saber se esta tudo bem. o ruim era que foi o cocô mais fedido que eu ja vi na minha vida. mas minha relação com cocô e total platônica ok. jamais relar, só olhar.
6. tenho uma ótima memória fotográfica. só que ela é seletiva. me apego a detalhes inúteis e vou me lembrar deles pro resto da vida. como toda mulher, eu sou muito muito muito detalhista. mas não perfeccionista, reparo em tudo, todas as cores, formas, objetos. posso me lembrar perfeitamente de uma rua, uma pessoa ou algum lugar pela descrição, mas não pelo nome. aliás, nomes números... ai, me pergunta o número do telefone do trabalho do moisa ou da escola da luana? só sei porque esta grudado aqui no monitor.
7. eu não sei falar no telefone. e não é charminho de quem "odeia telefone". é verdade, eu tenho pânico. adoro conversar com amigos, mas quando a coisa é informação eu cago. quando tenho que falar com atendentes de banco ou do cartão de crédito eu gaguejo, erro a data do meu nascimento e da branco na hora do falar o endereço de casa. quando o que eu quero fazer não da certo, eu jogo o telefone no chão e choro agaixada no cantinho. ahah mentira, mas é quase assim. pra pedir comida pelo telefone é um teatro, eu tenho que escrever tudo primeiro. pedir informações é a mesma coisa, eu tremo as pernas só de pensar em ir falar com algum desconhecido. não gosto de ir pra lugares que tenho que me virar sozinha, com mapas (ai mapas...) e perguntar pros outros. o engraçado é que quando é o contrário, quando as pessoas precisam de mim, eu sou total simpática, prestativa e desinibida.
pena que são somente 7 coisas. já pensei em umas 10. e não pude falar o quando sou cabeça-de-borboleta por conta desse negócio de ficar reparando em detalhes inúteis. ás vezes eu fico total desligada quando alguém esta falando e eu fico observando as veias no pescoço, o cabelo, a pele, alguns tiques, detalhes detalhes arrrgh!!!
e agora, eu quero que a joyde, a rachel e a letícia escrevam suas bizarrices. e nada de frescurite de não curto correntes ok morra, não considerem isso como corrente, e sim como ordem.
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quase sem querer
tenho andado distraído, impaciente e indeciso e ainda estou confuso. só que agora é diferente: estou tão tranqüilo e tão contente.
quantas chances desperdicei quando o que eu mais queria era provar pra todo o mundo que eu não precisava provar nada pra ninguém.
me fiz em mil pedaços pra você juntar e queria sempre achar explicação pro que eu sentia. como um anjo caído fiz questão de esquecer que mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira.
mas não sou mais tão criança a ponto de saber tudo.
já não me preocupo se eu não sei por quê às vezes o que eu vejo quase ninguém vê e eu sei que você sabe, quase sem querer, que eu vejo o mesmo que você.
tão correto e tão bonito: o infinito é realmente um dos deuses mais lindos. sei que às vezes uso palavras repetidas mas quais são as palavras que nunca são ditas?
me disseram que você estava chorando e foi então que percebi como lhe quero tanto.
já não me preocupo se eu não sei por quê às vezes o que eu vejo quase ninguém vê e eu sei que você sabe, quase sem querer, que eu quero o mesmo que você.legião urbana - quase sem querer essa música não relata uma situação atual, nem diz como eu me sinto nesse momento, nem explica o que eu quero dizer e não consigo, e muito menos "me define como pessoa". só que, sabe quando você ouve uma coisa e se sente bem? então. ps - e quem vier com a viadagem de que legião é isso e aquilo mimimi vai levar BAN ok? deleto mesmo ignoro ok morra.
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sunday, cold sunday.

post secretmas o que tomou horas do meu domingo foi uma lista de fobias que achei no wikipédia. imagina a vida de alguém que tem fagofobia (medo de engolir, comer)? ou fronemofobia (medo de pensar)? ou crematofobia (medo de dinheiro)? ou geniofobia (medo de manter a cabeça erguida)? ou, pior, hipopotomonstrosesquipedaliofobia (medo de palavras grandes)???
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o infinito é um dos deuses mais lindos.
 dia de matar a academia e ficar em casa fazendo bolo com coração. eu sou péssima com doces, não sei fazer doces. bolos, pudins, sobremesas, nada nada nada sai legal ou comível. esses dias mesmo eu fui tentar fazer um pudim ridículo de fácil e ficou parecendo um mingau. praticamente desisti de doces. eu só sei fazer comidas de caminhoneiro. o famoso arroz, feijão e bife acebolado. carnes e mais carnes. é só pedir que eu faço. adoro fazer enroladinhos de carne com cenoura, e cozinhar e enfeitar uma travessinha com purê de batatas. sopão é comigo mesmo, me dê restos que eu faço um manjar. adoro o ritual de panquecas, do bife a parmeggiana, do macarrão alho & óleo. mas não me peça comidas diferentes. a única coisa "chique" que eu consigo fazer sem errar é strogonoff. e algumas tortas, e olhe lá. aqui em casa as refeições são de pedreiros, pra comer com gordura no canto da boca, encher a barriga de verdade e depois sentar e fechar os olhos, esperando a digestão começar. só que não haverá sobremesa. apesar do meu desastre com doces, o bolo chiffon (receita da lê) ficou bom. fofinho. nhac.
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what if god was one of us? just a slob like one of us just a stranger on the bus tryin' to make his way home?chuva. isso não é um bom modo de começar um fim de semana. queens of the stone age - like a drug
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i know what i want.
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everybody dance!
 neste exato momento meu contador conta (redundância?) 10.018 visitas. eu queria saber MUITO quem foi o número 10 mil. esse gifzinho foi eu quem fez... oun lindo né? me apaixonei!
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desespero.
fazia tempo que eu queria dizer: desde que eu coloquei um tracker poderoso no meu blog, não via mais coisas interessantes/engraçadas/idiotas. as pessoas só procuram coisas sem graça no google, pelo menos as que caem aqui. o mundo perdeu a criatividade, ou a paixão por coisas bizarras.
mas, hoje, eu devo morder a língua. mais uma vez.
 matanza - todo o ódio da vingança de jack
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durante o domingo de chuva.
 a única exigência foi: "eu não quero cozinhar hoje". e ela foi atendida. da maneira mais escritor-maldito possível. com feijoadas enlatadas, chocolates e suco de morango. domingo de dia das mães é estranho pra mim, principalmente quando o domingo é de chuva chuva e frio frio. dar feliz dia das mães pra minha mãe por e-mail, não querer publicar nada sobre no blog, porque eu fiquei melancólica demais e se ficasse vendo aqui na minha página, seria pedir pra baixar os olhos e suspirar por dias e dias. é difícil relaxar num dia especial, quando o "tema" do dia é você. é bom quando ele corre normalmente, como foi o meu, regado a joguinhos de isketch, twin peaks e arquivo x. um abraço de manhã, e a luana saltitante o dia todo. e o pacotinho azul chegando de surpresa. e que surpresa. um bom livro, com a dedicatória que me fez marejar os olhos.  apenas uma parte.ps - o post secret essa semana é somente de cartões que falam de mães. emocionantes.
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(atrasadinha)
De: marina perin Enviado: domingo, 13 de maio de 2007Ser mãe é uma tarefa complicada mas vc tira de letra; uma tarefa arriscada. aguentar manha, birra e caretas; ser mãe é ter coragem de brigar mesmo sem querer, saber apoiar mesmo sem entender; ser mãe é estar pronta pro que der e vier, e estar sempre de pé. Ser mãe é ser mais perfeita mulher. É tudo o que você é, te amo muito e tenha um feliz DIA DAS MÃES! junto de sua filha. Um enorme abraço mil bejos com muita saudades Marina, sua mãe
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100 filmes.
estão nessa imagem:
 pois é, todo mundo já viu. eu também já vi, mas fiquei com vergonha de por aqui sendo que minha inteligência e percepção descobriram somente DOIS filmes. clockwork orange e toy story. os mais óbvios. mas façamos assim, se você achar mais me fala, e eu posto aqui.
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testinho.
um teste baseado nas teorias de jung (em inglês).
meu tipo é ISTP, Introverted Sensing Thinking Perceiving (porcentagem de cada um, respectivamente, 11 25 1 11)
YOU ARE: slightly expressed introvert moderately expressed sensing personality slightly expressed thinking personality slightly expressed perceiving personality
o mais legal, é que ele da dicas de melhores carreiras a seguir do seu tipo. Mechanics/Automotive Repair (mecânico de automóveis) Computer and Office Machine Repair (mecânico de computador) Electronics Technician (técnico eletrônico) Engineering (engenharia) Social Service (serviço social) Sport Coaching (técnico esportivo) Fire Fighter (bombeiro) foi o que apareceu pra mim. e com o site de instituições que melhores me preparariam para cada tipo de carreira.
eu acho que não fiz esse teste direito.
editado: achei um teste parecido com esse, mas em português. e o resultado foi um pouco diferente. é, eu realmente não fiz ele direito. e, como sempre, medo do resultado. não gosto quando me "descobrem" desse jeito.
 quer fazer? vai fundo! o moisa fez também, resultado dele aqui.
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10 mil homens.
A segurança do papa Bento 16 durante os cinco dias de visita ao Brasil envolverá um batalhão de 10 mil homens da Marinha, do Exército, da Aeronáutica, das polícias Civil, Militar e Federal, além da GCM (Guarda Civil Metropolitana) e da CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) de São Paulo.e: Dos onze percursos que o papa fará entre o Santuário Nacional, o seminário e as cidades de Guaratinguetá e Potim, sete serão no papa-móvel e o restante em um carro blindado, onde a população não poderá ver o pontífice. Em todos os trajetos, 15 viaturas e quatro helicópteros do Exército vão fazer a escolta, além de 25 homens e os soldados da Guarda Suíça. Todo trajeto será fechado com grades e a população poderá ficar apenas nas calçadas.fala sério, o papa arraza! eu só não sei pra que tudo isso, todo esse esquema de segurança... DEUS PROTEGE, oras!!!
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mais ou menos assim...
 Reparem que a mão da Luana é quase do tamanho da mão da japa. E a japa sempre quis ser baixista. Quando ela conseguir eu vou escrever um livro pra ela, "Amanda Nonose - a história de uma superação". E vai ter um trecho comovente, ela contando como foi difícil superar o tamanho de seus dedinhos, e de como após a fama ela pôde mandar fazer baixos com braços mais estreitos, personalizados.
isso foi o moisa, falando no meu fotolog da minha maior frustração. meu pai toca percussão, passei a infância em festinhas madrugadeiras vendo ele tocando com seus amigos e pensando quando eu crescer eu quero um desses pra mim. aí um belo dia eu sentei numa bateria e descobri que sou o ser mais descoordenado do mundo. quando vi meu pai ensinando pra um amigo meu como se toca surdo, eu enlouqueci. eu TINHA que tocar alguma coisa, porque é muito legal você ter ritmo, ter habilidades. diferente da maioria das pessoas, eu nunca sonhei em montar banda, porque eu sei como eu funciono, e se alguém diz pra tirar tal música, eu tiro todas menos aquela que me mandaram. mais ou menos assim. quando eu deixei de ouvir música de criança, com uns 8, 9 anos, a banda que meu pai (sempre papai...) mais ouvia era os paralamas do sucesso. tinha cd (então) novo em casa, e até um VHS com um show. e eu lembro que eu ouvia "o beco" fascinada com aquele som grave, o "dom dom dum dom" que vinha do fundo. aí ele disse que aquilo era o baixo, um instrumento importante e barari barara.
e então eu me apaixonei por baixo. pelo som do instrumento, pelo jeito que se toca, por quem tocava. de todas as bandas, eu sempre preferia os baixistas. um belo dia, papai me da o violão velho-capenga de casa, e eu começo a praticar com as 4 primeiras cordas do violão. disso pra comprar meu próprio baixo foi um pulo. e, olha o orgulho, comprei com meu suado dinheiro, que consegui trabalhando no japão. papai foi na loja comigo, segurou a minha mão, fez pechincha pra mim e carregou o cubo até o carro. passava tardes tocando musiquinhas fáceis, mas percebi que tinha uma dificuldade enorme em dedilhar, porque meus dedos além de finos, eram pequenos. mas eu nem imaginava em desistir, deve ser dificuldade de principiante, pensava. quando eu via em shows e na televisão, aquelas pessoas com as mãos e dedos ENORMES tocando muito bem, me sentia até um pouco humilhada. por mais que eu me esforçasse, não tinha como avançar.
aí um dia eu começo a namorar um baixista que eu admiro demais, me caso com ele. e quando ele pega o meu baixo e toca, eu fico boquiaberta e arredia, porque sei que jamais vou tocar daquele jeito. desde que a luana nasceu, o meu baixo ficou abandonado por mim. quem sabe um dia eu pego ele e tento mais alguns acordes, mas eu sei das minhas limitações, e que não vou muito longe.
só que a paixão continua, e no meu baixo ninguém rela sem passar pelo meu olhar fulminante de o que você ta fazendo com isso nas mãos?
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bad dream mamma.
era madrugada, e eu estava numa espécie de colégio. o ambiente era tenso, porque estava havendo uma epidemia de alguma coisa mortal, e pessoas-zumbis infestaram a cidade. elas tinha umas feridas enormes no rosto, cheias de pus que espirravam na cara da gente. eu caminhava correndo e com medo pra casa, as ruas eram escuras demais e qualquer passo além do meu era suspeito. e estava amanhecendo. eu via pessoas sendo atacadas e tendo ataques no chão. quando cheguei em uma espécie de praça no centro da cidade, ela estava deserta. o sol apareceu de uma hora pra outra, e o ambiente tenso desapareceu. eu vi um prédio bonito, peguei minha câmera na bolsa e tirei umas fotos. ao chegar em casa, eu encontrei o moisa deitado na garagem. ele tinha apanhado muito. e eu sabia o motivo não sei porque. estava bastante machucado, e eu o levei pra dentro de casa, que estava completamente revirada. quando cuidava dos seus ferimentos, ouvi barulhos no quintal. corri e vi uma mulher que mora no condomínio nos fundos me chamando e dizendo que a mãe de 4 crianças estava tendo ataques de loucura e queria que eu cuidasse dos gêmeos caçulas. enquanto ela passava os bebês pelo muro (que não é muito alto), eu acordei.
esse foi o sonho mais estranho que eu já tive na minha vida. e o pior, eu lembro deles com detalhes.
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q
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a casa dos espíritos.
depois de uma mini-maratona arquivo x, o moisa quis descompromissadamente assistir o filme da globo com o will smith. eu não consigo levar um filme com o will smith a sério, desde que vejo ele no papel do príncipe fresco de bel air quase todos os dias. eu fiquei aqui no computador, e assisti os episódios de that '70s show. eu tenho a primeira temporada completa. legendada. pus meus fones roubados numa viagem de avião e ri silenciosamente com fez, hyde e kitty. tive raiva quando vi que dois episódios estavam legendados em português de portugal, e não estavam sincronizados com o audio. me deixava confusa, ou eu prestava atenção nas vozes e tentava entender por eu mesma, ou lia a tradução polida demais pra mim antes ou depois ator falar.
mas ok. voltei pro orkut e uma menina tinha me adicionado do nada. jurei pra mim mesma nunca mais ficar aceitando "estranhos" no orkut. mas isso iria contra o que eu sempre digo, que hoje em dia todo mundo anda hostil demais no orkut, um lugar pra se encontrar novos e velhos amigos. vi que ela tinha deixado um recado. me encontrou pelo blog. ok aceito. blogueiros são sempre bem vindos. o moisa muda de canal, outro filme, no sbt. aquele filme que todo mundo ama ou todo mundo odeia, aquele do coelho macabro. donnie darko não é um filme pra se ver num sábado a noite, convenhamos. não presto muita atenção ao filme, porém me interessei pela atmosfera. eu e moisa concordamos em locar para ouvir com o audio original. sinceramente aquela voz da roberta do "rebelde" não combina com a menina lá que o donnie gosta etc etc. bom, todo mundo já viu esse filme, não preciso ficar falando quem é quem.
e a coisa estranha, eu estou toda distraída no orkut e no meu blog e começo a ouvir vozes. estou louca. e o medo aumenta e eu penso que vi vultos com meu ponto cego. para o desespero, o moisa saiu providenciando as últimas malzbiers da noite. penso que é arquivo x demais na cabeça. ets e conpirações e paranormalismos demais. e ainda me vem esse moleque esquizofrênico na minha televisão. quando estou quase correndo pra debaixo da cama da luana, eu percebo que o fone de ouvido roubado de uma viagem de avião ainda esta ligado nas caixas de som, e que o volume ainda esta alto, por causa dos episódios de that '70s show assistidos a alguns minutos atras. a voz é do mark, vindo do meu blog. já me falaram pra tirar isso, porque irrita. mas não acho esse motivo o suficiente.
repiro aliviada. eu não estou louca. dou stop na música e volto pro orkut. o "dave grohl" me adicionou.
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i feel like.
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eu não consigo pensar.
dor de cabeça. daquelas terríveis, que chega a te dar enjôos e arde os olhos.
não me deixa pensar, nem fazer um texto besta. outro sobre as bandinhas de crianças da nossa infância, da minha festa de 5 anos, da falta desse tipo de coisa hoje em dia, e eu tenho uma teoria pra isso. mas eu não consigo. o máximo que eu pude foi falar de como tenho doenças imaginárias e como a auto-medicação ás vezes faz sentido, com a ana.
a tarde hoje planejada com brincadeirinhas e danças e youtube com a minha filha foi por água abaixo. vou ali deitar, descansar a cabeça, fechar os olhos e rezar pra que a luana não destrua a casa enquanto minha nuca lateja.
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somos amigos.
fiquei com saudades de ouvir a música da galinha magricela. do ursinho pimpão. da tuba do serafim. saí pela orkut a procura de músicas da turma do balão mágico. e não foi dificil achar, hoje em dia tudo que foi dos anos 80 surge nas suas mãos em um segundo.
baixei um cd, com a intenção de mostrar pra luana, e fazer ela se divertir como eu me diverti. agora ela esta aqui, se deliciando com a música do passarinho quer dançar e o rabixo balançar.
mas, acreditem, eu estou me divertindo mais que ela.

somos amigos / amigos do peito amigos de uma vez somos amigos / amigos do peito amigos de vocêsps - se você também ficou saudosista, o link pro cd é esse aqui.
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arte neo-expressionista moderna intimista social.
 enquanto eu me ocupo com tudo que se tem pra fazer numa casa, a luana pula e corre com lápis na mão. ela não vai a escola hoje, ainda resta um nariz escorrendo e tosses esporádicas. então nada de escola. entre um pulo e outro, ela faz artes no calendário, na parede da sala e no dicionário novo do moisa. a arte de hoje, foi a que me deixou boba, igual uma mamãe-boba. bonequinhos com braços e pernas gigantes, bolinhas no lugar de pés e mãos, olhos e bocas feito de pontos, sem nariz, sem pescoço, sem tronco e sem cabelos. era eu, o moisa e a luana. desenhados na porta da geladeira.
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may, 1st.
meus parabéns, trabalhadores.
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